Tenho as mãos frias, quase tão frias como o granito dos passeios.
Começam a cair as primeiras gotas de água do dia. O meu corpo coberto apenas pelo meu casaco de malha preto, vai ficando molhado, acompanhando o ritmo da chuva e a minha cara descoberta, começa a encher-se de água.
Tenho frio, imenso frio. E o calor que me envolvera o corpo, desapareceu.
Estou fria, sem o teu calor. Sem ti.
Ana Margarida Ramos,
Nove de Novembro de dois mil e dez.
1 comentário:
Tens um dom e que dom!
Tudo de bom minha linda! Que tenhas um óptimo ano, recheado de surpresas e felicidade ao pé dos teus.
Cumprimentos deste "seguidor" sempre atento.
João Marques
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